8 Designers de sucesso compartilham dicas para designers iniciantes

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Como se tornar um designer bem-sucedido? Designers precisam saber desenhar?

Como sempre, os mestres da área deixam detalhes como esse de lado, e nos lembram que o segredo para ser um designer de sucesso está nas atitudes.

Saber o software X (ou ter a habilidade Y) pode ser (muito) importante, mas o grande segredo mesmo está nas atitudes.

E no post de hoje, te diremos as atitudes necessárias para ser um bom designer!

Jessica Walsh (da grande Sagmeister & Walsh)

“Quando você é jovem, você pode arriscar mais já que você não tem família nem casa para sustentar.

Por isso, não se preocupe em ganhar dinheiro, mas sim em descobrir o que você ama e tirar o melhor proveito possível disso!

Encontre agências e designers que você admira e tente aprender com eles – pois, em muitos casos, essas experiências serão mais importantes do que a educação formal.

Grandes experiências de trabalho podem ser melhores do que a universidade e você deve dar valor a isso o mais rápido possível.

Trabalhe duro no que você ama e se mantenha apaixonado e persistente. Traga uma voz única ao seu trabalho e coloque sua personalidade em tudo que você fizer.

E não esqueça de ser legal, pois ninguém quer trabalhar com um filho…..”

Stefen Sagmeister (co-fundador ↑)

“Um jovem designer deve ser capaz de fazer o que a maioria dos designers dizem não ser importante: deixar as coisas com boa aparência.

Nós encontramos várias pessoas com boas ideias, e várias pessoas que habilidosas com ferramentas digitais, mas poucas realmente sabem trabalhar as formas.”

Maria Giudice, Vice Presidente de UX na Autodesk

“Se você saiu da faculdade agora, você está em uma situação ideal para se tornar um grande líder!

A cultura tecnológica está se tornando uma commodity, mas a design experience não pode ser commoditizada.

Hoje a faculdade te ensina os sistemas de pensamento, design thinking, como analisar, usar sua intuição e como executar o seu trabalho – e todos esses aprendizados podem ser aplicados a cargos de liderança em empresas” (como seu próprio negócio).

Gadi Amit, presidente da New Deal Design

“Um designer deve ser capaz de mostrar clareza vinda da complexidade; como sempre ouvimos: mais é menos!

Você deve ser capaz de formar um conceito claro que combina os diversos componentes e limitações em uma experiência de usuário que supere as expectativas do público.”

Quer um bom exemplo? Veja o copo comestível do KFC:

KFC cria copo comestível para salvar o meio-ambiente! 3

Irene Au, design na Khosla Ventures

“Continue produzindo. Mesmo que você não esteja em um trabalho que você gosta, procure desculpas para fazer design e então você poderá montar um portfólio (além de pegar feedbacks valiosos).

Aprenda a programar***: mesmo que você não queira trabalhar programando, isso te tornará um designer melhor, mais preparado e, é claro, uma concorrência mais forte!

Lembre que suas atitudes valem muito mais do que aquilo que você sabe, então continue positivo, curioso e faminto.”

***Recomendo que você conheça a Codeacademy, lá você aprende isso tudo com facilidade (E DE GRAÇA)!

Kate Aronowitz, vice presidente na Wealthfront (e ex-diretor no Facebook)

“Meu conselho para novatos é simples: seja deliberado!

A ideia de que a sorte tem grande influencia na tua carreira é mentira. Você precisa saber extremamente bem que tipo de carreira você almeja, e se posicionar em equipes que te ajudarão a chegar lá!”

Aaron Shapiro, CEO da Huge

“A pergunta mais importante a se questionar é se o que você produz não é só aparência, mas sim função.

Por décadas, designers criaram interfaces elegantes que tornam a vida das pessoas mais fáceis, mas logo todas elas estarão obsoletas.

Por isso, você deve criar produtos e serviços que ‘antecipam’ as necessidades dos usuários e que tome decisões por eles.

Essa mudança fundamental do design thinking dará a jovens designers novas oportunidades – e muito mais responsabilidades – do que nunca antes.”

Scott Snibbe, fundador da Eyegroove

“O segredo para os designers hoje é pensar em dois aspectos invisíveis do design que são mais importantes do que a programação visual.

Primeiramente, o design de interação:

Imagine como é uma experiência para o usuário: pensar os elementos chaves do fluxo de informação é tão importante quanto considerar cores e formas e, se esse fluxo falhar, seu trabalho será perdido.

Você pode fazer teu design de acordo com histórias, wireframes e protótipos; mas o segredo está na empatia, psicologia e psicologia social, ou seja:

Entender como as pessoas pensam e vivenciam o seu trabalho.

Segundo, design segundo dados:

Criar hipóteses para testes A/B, e dados mensuráveis relacionados ao teu trabalho, te ajudará saber se o teu design é funcional ou não (e como melhorá-lo).

Pense nisso como o DNA do seu trabalho: se o DNA for bom, então tudo relacionado a ele terá maiores chances de ser aceito por diversos tipos de público-alvo.”

Resumidamente

Designers iniciantes devem deixar a fome pelo dinheiro de lado, e focar com tudo em experiências empoderadoras.

Foque em descobrir o que você ama e junte-se a equipes onde você possa exercer suas funções – e quando conseguir, aproveite todo feedback que tiver.

Mas, talvez, mais importante: foque em ser uma pessoa legal e prestativa pois, em muitos casos, isso te será bem mais útil do que habilidade!

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